Energia solar procura novos espaços para se desenvolver no Brasil
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Energia solar procura novos espaços para se desenvolver no Brasil

Depois de avançarem sobre os telhados de casas, edifícios e indústrias, os painéis fotovoltaicos estão conquistando novos locais de implantação, expandindo assim a geração de energia solar pelo país. Uma opção que vem se destacando é a Usina Solar Fotovoltaica Flutuante, que transforma a luz solar em energia elétrica. O projeto piloto de painéis solares foi instalado pela Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) no reservatório da usina de Sobradinho, na Bahia.

Esse sistema de geração de energia fotovoltaica em usinas utilizando a área de reservatórios é pioneiro no Brasil. Segundo a Chesf, o objetivo é avaliar a viabilidade técnica, econômica e ambiental do projeto para que ele possa participar de leilões de venda de energia e ser reproduzido em outros reservatórios ou até mesmo em rios, na Amazônia e regiões do Centro-Oeste, por exemplo. A previsão é que a usina flutuante abasteça cerca de 20 mil casas populares.

A plataforma de Sobradinho tem 7,3 mil módulos de placas solares, abrange uma área de 10 mil metros quadrados e capacidade de gerar 1 megawatt-pico (MWp). Outros 4 MWp deverão ser instalados ainda este ano. Quando o projeto estiver concluído, a usina flutuante deverá contar com 35 mil módulos e 50 mil m² de área. O investimento da Chesf é R$ 56 milhões.

Essa tecnologia já é utilizada em outros países, principalmente em lagos, lagoas e estações de tratamento de águas. A finalidade de uma usina solar flutuante em alguns casos é produzir energia para o bombeamento de água que será destinada à agricultura. Mas não é só isso. A energia produzida por esse tipo de usina pode contribuir para a diminuição da taxa de evaporação dos reservatórios e até para a redução da proliferação de algas.

O projeto da Fazenda Figueiredo, na cidade Cristalina, em Goiás, virou referência na região. As 1.150 placas solares cobrem boa parte do lago formado com água das chuvas e, além de produzir energia, ajudam a reduzir a evaporação da água, usada para irrigação no período de seca. O sistema que teve investimento de R$ 2 milhões, chamou a atenção do governo goiano que pretende replicar o modelo num trecho de elevação da Transposição do São Francisco.

Apesar do consumo da Fazenda Figueiredo ser quatro vezes maior do que a produção do sistema, os proprietários afirmam que já conseguiram fazer uma boa economia com o projeto flutuante.

Além da usina de Sobradinho, a Chesf desenvolve outros projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) na Região Nordeste, com foco no avanço dos estudos de tecnologias em geração solar e em outros projetos de inovação. Eles estão centralizados no Centro de Referência em Energia Solar de Petrolina (Cresp) e somam cerca de R$ 200 milhões.

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) informa que o método pode ser aproveitado também em outras superfícies líquidas como barragens, canais e até mesmo no mar, desde que não tenha muita correnteza. Entre as vantagens dessa proposta, é possível evitar a ocupação de terrenos férteis ou que podem ser usados para diversos fins.

De acordo com a Absolar, outras ideias estão sendo elaboradas para a fonte solar como a utilização de espaços menores. Podem ser aproveitados bens de consumo como celulares, mochilas ou até mesmo guarda-sóis para gerar energia. Outro potencial apontado pela associação são os veículos elétricos.

A Absolar ressalta também que o Rio Grande do Sul pode se beneficiar de sua vocação agrícola para instalar sistemas fotovoltaicos para atender suas demandas como bombeamento de água, irrigação, cercas elétricas e iluminação. Outra função é levar energia para áreas não atendidas pelas distribuidoras de energia elétrica ou para locais que não tenham previsão de aumento da capacidade energética.

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